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Filmes sobre consciencia negra

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Festival afro comemora o Dia da Consciência Negra no Sesc-Tijuca

Como parte das comemorações pelo Dia da Consciência Negra, será realizado no período de 3 a 8 de novembro, no Sesc-Tijuca, o III Festival de Música, Dança e Cultura Afro-Brasileiras. Durante seis dias, o carioca terá uma mostra da rica herança cultural que o povo de origem africana legou ao nosso país.

cultura
O evento terá os “Shows Negras Raízes”, com participação de Farofa Carioca, Carlos Malta e Pife Muderno, Leny Andrade, BNegão e Rogê, entre outros grupos e cantores. Também haverá exposição com reproduções das obras de artistas representativos da cultura negra, oficinas culturais, com nomes como Tia Surica (Culinária) e Grupo Iori (Danças Afro-Cubanas). Além disso, o festival conta com o III Seminário Inserção e Realidade, que vai discutir a história, a cultura e a realidade dos cidadãos afro-descendentes na sociedade brasileira. Todas as atrações e atividades têm entrada franca.

Veja a programação completa:

Shows:

Dia 5 de novembro, quinta-feira
19h – Grupo Iori (Santeria Cubana)
20h – Fabiana Cozza
21h – Farofa Carioca

Dia 6 de novembro, sexta-feira
19h – Maurício Tizumba
20h – Marcos Sacramento
21h – Carlos Malta e Pife Muderno

Dia 7 de novembro, sábado
19h – Suíte para Os Orixás
20h – Leny Andrade
21h – Rogê

Dia 8 de novembro, domingo
19h – Sérgio Pererê e Gilvan de Oliveira
20h – Gérson King Combo
21h – BNegão

Seminários:

Dia 3 de novembro, terça-feira
9h às 12h – 1ª Mesa: Educação: Acesso, Tendências e Perspectivas
Moema de Poli Teixeira (cientista social e pesquisadora do IBGE), Helena Theodoro (pedagoga e pesquisadora de cultura popular brasileira e de políticas públicas na diáspora africana) e Kabengele Munanga (antropólogo, vice-diretor do Centro de Estudos Africanos e do Museu de Arte Contemporânea da USP).

14h às 16h 30 – 2ª Mesa: Mercado de Trabalho e Distribuição de Renda
Mário Lisboa Theodoro (economista, diretor de Estudos, Cooperação Técnica e Políticas Internacionais do IPEA), Carlos Alberto Medeiros (historiador) e Ciro Torres (sociólogo e especialista em Responsabilidade Social do IBASE).

Dia 4 de novembro, quarta-feira
Antes da abertura, haverá apresentação do Coral de Cânticos Sagrados IYÚN ASÉ ORIN, que interpretará e dançará temas relacionados com os rituais afro-brasileiros.

10h às 12h – 3ª Mesa: Reescrevendo a História do Brasil
Joel Rufino dos Santos (historiador, escritor e uma das maiores referências em história africana e afro-brasileira), Hiram da Costa Araújo (médico, pesquisador de carnaval e diretor cultural da Liga Independente das Escolas de Samba do RJ), Lygia Santos (advogada, museóloga e pesquisadora de cultura popular brasileira).

14h às 16h – 4ª Mesa: A Saúde do Brasileiro
Mara Ribeiro (professora e coordenadora executiva do Fórum de Mulheres Negras do Estado do Rio de Janeiro), José Moreira Pinto (médico e psicólogo).

16h às 17h 30 – 5ª Mesa: Políticas Públicas e Ações Afirmativas
Ahyas Siss (cientista social e coordenador do Laboratório de Estudos Afro-Brasileiros da UFRRJ), Elisa Larkin (escritora, doutora em Psicologia e presidente do Instituto de Pesquisa e Estudos Afro-Brasileiros), Júlio Cesar Tavares (antropólogo, membro do Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFF).

Oficinas culturais:

5 de novembro, quinta-feira
13h – Aya Ya Vox Mundi (Práticas vocais)
15h – Grupo Iori (Danças afro-cubanas)
16h30 – Fátima Costa (Penteados afro)

6 de novembro, sexta-feira
13h – Prof. Cristiano (Capoeira)
15h – Maurício Tizumba (Ritmos afro)
16h30 – Sérgio Sansão (Coral afro)

7 de novembro, sábado
13h – Régis Gonçalves (Percussão)
15h – Carlos Negreiros (Fabricação de Instrumentos)
16h30 – Isaura de Assis (Danças afro)

8 de novembro, domingo
13h – Tia Surica (Culinária)
15h – Sérgio Pererê (Voz e tambor)
16h30m- Jorge Banto (Jongo)

Serviço:
O Sesc da Tijuca fica na Rua Barão de Mesquita, 539. A entrada é franca.

Lei consciencia negra

A lei N.º 10.639, de 9 de janeiro de 2003, incluiu o dia 20 de novembro no calendário escolar, data em que comemoramos o Dia Nacional da Consciência Negra. A mesma lei também tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira. Com isso, professores devem inserir em seus programas aulas sobre os seguintes temas: História da África e dos africanos, luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional.

IBGE

Com a implementação dessa lei, o governo brasileiro espera contribuir para o resgate das contribuição dos povos negros nas áreas social, econômica e política ao longo da história do país.

A escolha dessa data não foi por acaso: em 20 de novembro de 1695, Zumbi – líder do Quilombo dos Palmares- foi morto em uma emboscada na Serra Dois Irmãos, em Pernambuco, após liderar uma resistência que culminou com o início da destruição do quilombo Palmares.

Então, comemorar o Dia Nacional da Consciência Negra nessa data é uma forma de homenagear e manter viva em nossa memória essa figura histórica. Não somente a imagem do líder, como também sua importância na luta pela libertação dos escravos, concretizada em 1888.

Nucleo consciencia negra

Sobre o Nucleo consciencia negra

O Núcleo de Consciência Negra na USP é uma entidade de caráter sócio-político-cultural, preocupada com as manifestações gerais de interesse afro-brasileiro realizadas pelos funcionários, alunos e docentes da Universidade de S. Paulo e outras pessoas interessadas e integradas nos trabalhos do Núcleo.

Dia consciencia negra

Projeto de deputado institui feriado no Dia da Consciência Negra

O deputado estadual Amarildo Cruz apresentou nesta quinta-feira na Assembleia Legislativa o projeto de lei que institui feriado estadual no dia 20 de novembro, data em que é celebrada o Dia da Consciência Negra.

De acordo com a justificativa do projeto, o dia 20 de novembro é decretado feriado em cerca de 400 cidades do país, e nos estados do Rio de Janeiro e Mato Grosso.

Segundo o deputado estadual, o feriado no dia 20 de novembro é uma forma de reviver e divulgar a história de luta do “nosso herói nacional, como é o caso de Tiradentes” e que não é apenas para ser um dia de folga, mas sim, um dia de reflexão sobre a contribuição dos negros na construção do Brasil.

Poemas e Poesias – Negro – Consciência negra

Consciência negra

Chega de racismo
De história mal contada
Chega de hipocrisia
De mentira esfarrapada
Esse preconceito infeliz
Que por aí diz
Que negro não vale nada.
O negro também precisa
Ser privilegiado
Chega de arrogância
Branco tenha cuidado
Com o preconceito em alta
Pois quem muito se exalta
É sempre humilhado.
Preto, branco e mulato
Vamos nos unir
O preconceito é horrível
E não é para existir
Já que todos somos irmãos
Essa grande nação
Espalhada por aí.

A consciência negra
Quer exatamente
Provar que somos iguais
E não diferentes
São lutas populares
Como as de Zumbi dos Palmares
Que morreu pela sua gente.

É preciso desde já
Com amor todo gentil
Acabar com o preconceito
E ver em nosso Brasil
O negro sorrindo tanto
Como a Daiane dos Santos,
Pelé e Gilberto Gil.

Dia da Consciência Negra é feriado em mais de 350 cidades do País

O Dia Nacional da Consciência Negra, 20 de novembro, é feriado em mais de 350 cidades do País, conforme levantamento da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) ligada à Presidência da República. A data lembra o dia em que Zumbi, o líder do Quilombo dos Palmares e um dos principais símbolos da resistência negra à escravidão, foi assassinado, em 1695.

Segundo a secretaria, em 1971, ativistas do Grupo Palmares, do Rio Grande do Sul, concluíram que Zumbi foi morto no dia 20 e estabeleceram a data como Dia da Consciência Negra. Sete anos depois, o Movimento Negro Unificado incorporou o dia como celebração nacional.

Em 2003, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei 10.639, que estabelece a data como parte do calendário escolar brasileiro, completando assim a Lei nº 9.394/96, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.

A data, porém, não é feriado em todas as cidades, já que é decretado com base em leis municipais. Em São Paulo, existe desde 2004, após a Lei nº 13.707/04. Veja abaixo a lista de todas as cidades que é feriado nesta quinta-feira:

ALAGOAS
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Cultura afro-brasileira

Cultura negra é o resultado do desenvolvimento da cultura africana no Brasil, incluindo as influências recebidas das culturas portuguesa e indígena que se manifestam em diversos expressões como, por exemplo, a música, a religião e a culinária. Os estados do Maranhão, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul foram os mais influenciados tanto pela quantidade de escravos recebidos como pela migração interna dos escravos, em virtude do fim do ciclo da cana-de-açúcar na região Nordeste.

Evolução histórica

Bloco afro Ilê Aiyê na Bahia

Inicialmente, todas as manifestações culturais afro-brasileiras eram proibidas, desprezadas, desestimuladas e perseguidas porque não eram parte do universo cultural europeu, não representavam civilidade, mas sim, uma cultura selvagem e atrasada em contra-ponto à Europa em desenvolvimento.Entretanto, a partir de meados do século XX, as expressões culturais afro-brasileiras começaram a ser gradualmente aceitas, admiradas e celebradas pelas elites brasileiras como expressões artísticas genuinamente nacionais. Nem todas manifestações culturais foram aceitas ao mesmo tempo. O samba foi uma das primeiras expressões da cultura afro-brasileira a ser admirada quando ocupou posição de destaque na música popular. Posteriormente, o governo da ditadura do Estado Novo de Getúlio Vargas desenvolveu políticas de incentivo do nacionalismo nas quais a cultura afro-brasileira encontrou caminhos de aceitação oficial. Por exemplo, os desfiles de escolas de samba ganharam nesta época aprovação governamental através da União Geral das Escolas de Samba do Brasil fundada em 1934. Outras expressões culturais seguiram o mesmo caminho. A capoeira, que era considerada forma de briga de bandidos e marginais, foi apresentada, em 1953, por mestre Bimba ao presidente Getúlio Vargas que então a chamou de “único esporte verdadeiramente nacional”. Durante a década de 1950, as perseguições às religiões afro-brasileiras diminuíram e a Umbanda passou a ser seguida pela classe média carioca. Na década seguinte, as religiões afro-brasileiras passaram a ser celebradas pela elite intelectual branca. Em 2003, foi promulgada a lei nº 10.639 que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), passando-se a exigir que as escolas brasileiras de ensino fundamental e médio incluam no currículo o ensino da história e cultura afro-brasileira.

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Zumbi

A polêmica da escravidão pelas mãos de Zumbi

Alguns autores levantam a possibilidade de que Zumbi não tenha sido o verdadeiro herói de Palmares e sim Ganga-Zumba:

“Os escravos que se recusavam a fugir das fazendas e ir para os quilombos eram capturados e convertidos em cativos dos quilombos. A luta de Palmares não era contra a iniqüidade desumanizadora da escravidão. Era apenas recusa da escravidão própria, mas não da escravidão alheia.[...]“

Segundo alguns estudiosos Ganga Zumba teria sido assassinado, e os negros de Palmares elevaram a categoria de chefe, Zumbi:

“Depois de feitas as pazes em 1678, os negros mataram o rei Ganga-Zumba, envenenando-o, e Zumbi assumiu o governo e o comando-em-chefe do Quilombo”[3]

Seu governo também teria sido caracterizado pelo despotismo:

“Se algum escravo fugia dos Palmares, eram enviados negros no seu encalço e, se capturado, era executado pela ‘severa justiça’ do quilombo”

Cronologia

  • Mais ou menos em 1600: negros fugidos do trabalho escravo nos engenhos de açúcar, onde hoje são os estados de Pernambuco e Alagoas no Brasil, fundam na serra da Barriga o Quilombo dos Palmares. Os quilombos, eram povoados de resistência, seguiam os moldes organizacionais da república e recebiam escravos fugidos da opressão e tirania. Para muitos era a terra prometida, um lugar para fugir da escravidão. A população de Palmares em pouco tempo já contava com mais de 3 mil habitantes. As principais funções dos quilombos eram a subsistência e a proteção dos seus habitantes, e eram constantemente atacados por exércitos e milícias.
  • 1630: Começam as invasões holandesas no nordeste brasileiro. O que desorganiza a produção açucareira e facilita as fugas dos escravos. Em 1644, houve uma grande tentativa holandesa de aniquilar com o quilombo de Palmares, que como nas investidas portuguesas anteriores, foi repelida pelas defesas dos quilombolas.
  • 1654: Os portugueses expulsam os holandeses do nordeste brasileiro.
  • 1655: Nasce Zumbi, num dos mocambos de Palmares, neto da princesa Aqualtune.
  • Por volta de 1662 (data não confirmada): Criança ainda, Zumbi é aprisionado por soldados portugueses e levado a Porto Calvo, onde é “dado” ao padre jesuíta António Melo. Este o batizou com o nome de Francisco. Zumbi passou a ajudar nas missas e estudar português e latim.
  • 1670: Zumbi aos quinze anos de idade foge e regressa a Palmares. Neste mesmo ano de 1670, Ganga Zumba, filho da Princesa Aqualtune, tio de Zumbi, assume a chefia do quilombo, então com mais de trinta mil habitantes.
  • 1675: Na luta contra os soldados portugueses comandados pelo Sargento-mor Manuel Lopes, Zumbi revela-se grande guerreiro e organizador militar. Neste ano, a tropa portuguesa comandada pelo Sargento-mor Manuel Lopes, depois de uma batalha sangrenta, ocupa um mocambo com mais de mil choupanas. Depois de uma retirada de cinco meses, os negros contra-atacam, entre eles Zumbi com apenas vinte anos de idade, e após um combate feroz, Manuel Lopes é obrigado a se retirar para Recife. Palmares se estendia então da margem esquerda do São Francisco até o Cabo de Santo Agostinho e tinha mais de duzentos quilômetros de extensão, era uma república com uma rede de onze mocambos, que se assemelhavam as cidades muradas medievais da europa, mas no lugar das pedras haviam paliçadas de madeira. O principal mocambo, o que foi fundado pelo primeiro grupo de escravos foragidos, ficava na Serra da Barriga e levava o nome de Cerca do Macaco. Duas ruas espaçosas com umas 1500 choupanas e uns oito mil habitantes. Amaro, outro mocambo, tem 5 mil. E há outros, como Sucupira, Tabocas, Zumbi, Osenga, Acotirene, Danbrapanga, Sabalangá, Andalaquituche.
  • 1678: A Pedro de Almeida, governador da capitania de Pernambuco, mais interessava a submissão do que a destruição de Palmares, após inúmeros ataques com a destruição e incêndios de mocambos, eles eram reconstruídos, e passou a ser economicamente desinteressante, os habitantes dos mocambos faziam esteiras, vassouras, chapéus, cestos e leques com a palha das palmeiras. E extraiam óleo da noz de palma, as vestimentas eram feitas das cascas de algumas árvores, produziam manteiga de coco, plantavam milho, mandioca, legumes, feijão e cana e comercializavam seus produtos com pequenas povoações vizinhas, de brancos e mestiços. Sendo assim o governador propôs ao chefe Ganga Zumba a paz e a alforria para todos os quilombolas de Palmares. Ganga Zumba aceita, mas Zumbi é contra, não admite que uns negros sejam libertos e outros continuem escravos. Além do mais eles tinham suas próprias Leis e Crenças e teriam que abrir mão de sua cultura.
  • 1680: Zumbi assume o lugar de Ganga Zumba em Palmares e comanda a resistência contra as tropas portuguesas. Ganga Zumba morre assassinado com veneno.
  • 1694: Domingos Jorge Velho e Bernardo Vieira de Melo comandam o ataque final contra a Cerca do Macaco, principal mocambo de Palmares e onde Zumbi nasceu, cercada com três paliçadas cada uma defendida por mais de 200 homens armados, após 94 anos de resistência, sucumbiu ao exército português, e embora ferido, Zumbi consegue fugir.
  • 1695, 20 de Novembro: Zumbi foi traído e denunciado por um antigo companheiro, ele é localizado, preso e degolado aos 40 anos de idade. Zumbí ou “Eis o Espírito”, virou uma lenda e foi amplamente citado pelos abolicionistas como herói e mártir.

Tributo

Atualmente, o dia 20 de novembro, feriado em mais de 200 cidades brasileiras, é celebrado como Dia da Consciência Negra. O dia tem um significado especial para os negros brasileiros que reverenciam Zumbi como o herói que lutou pela liberdade e como um símbolo de liberdade. Hilda Dias dos Santos incentivou a criação do Memorial Zumbi dos Palmares.

Várias referências nas artes fazem tributo a seu nome:

  • Música composta por Edu Lobo e Vinicius de Moraes e popularizada por Elis Regina.
  • Mencionado em diversas letras da banda Soulfly.
  • Mencionado na música “Ratamahatta”, da banda Sepultura.
  • Seu nome é dado a um lutador no jogo feito em Adobe Flash: Capoeira Fighter 2.
  • Quilombo, 1985, filme de Carlos Diegues sobre o Quilombo dos Palmares, ASIN B0009WIE8E
  • Gilberto Gil lançou um CD chamado “Z300 Anos de Zumbi”.
  • A banda de nome Chico Science & Nação Zumbi (atualmente é chamada somente de Nação Zumbi, após a morte do vocalista Chico Science).
  • Música de Jorge Ben também cantada por Caetano Veloso nos CDs Noites do Norte e Noites do Norte Ao Vivo.
  • Música “300 anos” gravada por Alcione em 2007 (composta por Alty Veloso e Paulo César Feital).
  • Nome do aeroporto de Maceió, Alagoas (Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares).

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